Escolher um nome é quase o mais difícil quando você cria qualquer coisa. A gente queria algo que fizesse a pessoa sentir que tava em um lugar conhecido, não numa loja de shopping. Daí veio Casa do Livro.
“Casa” porque livraria às vezes tem um clima meio museu — livro no alto, vidro na frente, atendente te olhando. Casa é outra coisa: é onde você entra sem cerimônia, pega um exemplar da estante, folheia no sofá, coloca de volta se não gostou. É convite, não vitrine.
“Livro” porque não tem essa de “produtos literários”, “conteúdo impresso”, “soluções de leitura”. É livro. A palavra mais honesta pra descrever esse objeto que a humanidade vem aperfeiçoando há uns 600 anos e continua sem equivalente digital.
Sobre o símbolo
O C do logo não é só a primeira letra de “Casa”. Fizemos ele meio fechado, como quem abraça o próprio nome que vem depois. A ideia era lembrar a silhueta de um livro aberto visto de lado, mas sem desenhar um livro literal — porque isso todo mundo faz.
A paleta é sóbria de propósito. A gente acha que livro não precisa de explosão visual. A cor mais forte vem da própria capa que você escolhe olhar na página.
O que esperamos representar
- Acolhimento — a sensação de estar num lugar que lembra a biblioteca do avô, não um e-commerce
- Curadoria humana — alguém leu, alguém pensou se vale a pena antes de aparecer aqui
- Transparência — não escondemos que ganhamos comissão. Contamos como funciona em outro post do blog
- Permanência — livro não é moda. Queremos que daqui a 5 anos essa casa continue aberta
Se o nome e o logo fizerem você sentir um pouco dessas coisas, a gente acertou.